Nossa!! Que
confusão!!
Será que
esquecer
É abrir mão
de sonhos?...
Esquecer
não é tão fácil assim...
O que
passou não apagamos...
Se perdi a razão
Vou fazer o
quê?...
Já fiz!!!
Não posso apagar!
Talvez
ainda haja tempo pra dizer
“Perdoe-me
por ser assim!”
Ou talvez
“Chega!!!
Não quero sofrer!”
Você não
tem culpa
De não
compreender o que sinto...
Meus atos
insensatos
Poucos entendem...
Por vezes,
nem eu os compreendo!...
Parece
teimosia de criança mimada...
Mas na
verdade não temo...
Transformo
minha vida!!!
Recomeço do
zero...
Algo
interessante é o amor, não é?...
Gostaria
muito de compreendê-lo! Muito!!
Mas creio
que nem eu
Nem
ninguém é capaz
Por isso
mesmo que muitos o temem...
Deveríamos nascer uma
cota pra amar!!
Talvez fosse menos difícil....
Possivelmente
fosse mais fácil dizer
“Vou parar
por aqui!!”
Certamente
o amor próprio
Falasse
mais alto.
Provavelmente não esqueceríamos
De nós
mesmos...
É... quem
sabe desta forma
O tal do
medo impedisse tantas coisas...
Como eu
queria ter medo...
Ser covarde
...
Como queria
“vomitar”
Esse gosto
amargo
Que trago
na boca...
Pois é...
vou ficar no “queria”...
Não sou
covarde!...
“Perdoe-me
por ser assim!”
Busco
Vida!! Felicidade!!!
Transformo
TUDO!!!
Arrisco-me!!!!
Pago pra ver!!!
Não abro
mão de sonhos!!
Não
arrependo-me de quase nada!!
Mas não
permito-me sofrer...
Esquecer de
mim?... Nunca!!
Isso não!!!
Amor
próprio é coisa séria!!
Escrevo ...escrevo...
Parece que
escrevendo passa...
É como se
fosse Amor Virtual!
Ajudasse a
noite a passar...
Esquentasse
o coração...
Alimentasse
a alma...
Esfriasse a
cabeça...
Sei lá!...
Só sei que escrevo!
Escrevo sem
regras...
Sem pensar
em quem vai ler...
Sem muita
preocupação
Com o certo
ou errado...
Sem fazer
muito uso
Da
inteligência ou razão...
Sinto-me
só... muito só...
Porém não
triste...
Procuro-me
por aí...
Em algum
lugar certamente estou!
Como diz Simone
“Eu caçador
de mim!”
Alguns
erram por inocência
Outros por
incompetência...
Maldade...
loucura...
Incapacidade...
Covardia...
medo... acomodação...
Em nenhum
desses me enquadro
Posso
garantir-lhe!!
Acredito no
novo...
Numa NOVA
VIDA...
Acredito na
FELICIDADE, sim!!!
“Perdoe-me por ser assim!”
Célia Cristina
do Amaral
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