Há quem diga Ó silentium...
Meu silêncio dentro de mim
Eu
E nas minhas memórias latentes
Vates muitos
Nas noites de Selene
Clamam em mim minhas memórias
Que eu não sei que tenho,
O som nada
No universo completo
Farfalha e goteja e ventania
Soa o dia.
Assim deve ser o som dos anjos,
Pausa e pausa e pausa e colorido das
estrelas brancas
Bramindo as brunas brandas do
infinito...
Silêncio...
Silêncio!
Cipriano
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