Dou a mão
Ao meu espanto
Pranto
Despanto
Manto
Da morte
Calada
Canto
E meu meio
Nada
Nada
Nada,...
Cipriano
Quão pouco os poetas se encontram em meio às suas rotinas "sempicaóticas". Desafie essa devoradora aqui: Comente, Recite, Cante, Vocifere. EXPRESSE!Somos os bardos deste século tão secular onde vivemos! Pare tudo o que estiver fazendo, Dê-se este tempo, dê-nos este tempo! Carpe Diem! Com a benção da lira de Apolo Febo! Seja bem vindo! Faça parte do Círculo dos Bardos, o clã da poesia na internet! Para seu poema ou texto em prosa ser publicado aqui envie para circulodosbardosoficial@gmail.com